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Representantes de Furnas atualizam software de sensor instalado na UniRV
Publicado em: 26-10-2016

Na última semana, representantes da Empresa Furnas Centrais Elétricas S.A, Ana Marotti e Alisson Lemos, em conjunto com o profissional americano da empresa VAISALA, Chris Nardollilo, atualizaram o software do sensor (modelo LS7002 de tecnologia VAISALA) para detecção de descargas atmosféricas instalado na Universidade de Rio Verde - UniRV no começo deste ano. 
 
Representantes de Furnas atualizam software de sensor para detecção de descargas atmosféricas 

Por meio de informações obtidas pela Rede Integrada Nacional de Detecção de Descargas Atmosféricas (RINDAT) são gerados produtos destinados a aplicações na previsão meteorológica, análise e manutenção de sistemas elétricos, em projetos de proteção e de telecomunicações em sistemas de transmissão de energia elétrica, na emissão de laudos de análise de eventos severos de desligamentos de linhas de transmissão, entre outros.

Segundo a engenheira e coordenadora do projeto RINDAT, Ana Marotti (Furnas Centrais Elétricas S.A), os dados obtidos por meio da rede de medição de descargas atmosféricas são armazenados em uma central de processamento (TLP – Total Lighning Processor), possibilitando posteriormente, a realização de análises, estudos e pesquisas em longo prazo, tendo em vista a melhor adequação à realidade ambiental no que se refere a proteção contra descargas atmosféricas. 
 
 
RINDAT

A RINDAT é uma rede de sensores especializados e centrais de processamento que permitem detectar, em tempo real, as descargas atmosféricas nuvem-solo, isto é, a maior parte das descargas que atingem o solo, em parte do território brasileiro.

Após os sinais das descargas serem registrados pelos sensores, eles são enviados as centrais de processamento para obter a localização e características elétricas das descargas atmosféricas, e disponibilizados para visualização em tempo real ou armazenados para análises históricas. 

Furnas Centrais Elétricas S.A, atual coordenadora da rede, foi a responsável pela integração das redes de detecção de descargas atmosféricas no Brasil em 1998. Anteriormente, as redes funcionavam isoladamente nos estados de Minas Gerais (pela CEMIG) e no estado do Paraná (pelo SIMEPAR). Em 2011, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) integrou-se a rede, constituindo-se assim a RINDAT (Rede Integrada Nacional de Descargas Atmosférica). Atualmente, a RINDAT possui 4 (quatro) centrais em: Belo Horizonte (da CEMIG), Curitiba (da SIMEPAR), Rio de Janeiro (de FURNAS) e São José dos Campos (do INPE).
 
Software de sensor (modelo LS7002 de tecnologia VAISALA) instalado na UniRV recebe atualização




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