Ipês-amarelos e brancos iniciam temporada de floração na UniRV

Publicado em: 21-08-2017

 
Nesta época do ano, a paisagem da Universidade de Rio Verde - UniRV e do cerrado goiano ganham uma nova coloração. De julho até o final do mês de setembro, as folhas secas saem de cena e as flores dos ipês, árvore símbolo do Brasil, de acordo com a Lei nº 6.607 de 7 de dezembro de 1978, surgem nas copas das árvores. Após os ipês-rosas, que foram os primeiros a florescer em julho, quem passa pela UniRV pode admirar os ipês-amarelos e brancos que dividem a atenção e encantam o acesso da Universidade.
 
Na UniRV as espécies foram plantadas em 1989
 
Os ipês florescem em média, a partir de três anos após o plantio. Ao longo do ano, estas árvores se passam desapercebidas aos nossos olhos pelas copas totalmente providas de folhas bem verdes, e quando suas folhas começam a cair, pela proximidade do outono e inverno, é o sinal de que as flores estarão por surgir e sua floração se torna vistosa devido a ausência de folhas.
 
Ipês-brancos florecem apenas dois dias
 
Com boa tolerância à poluição urbana, a árvore proporciona um bonito efeito decorativo nas cidades. A espécie amarela oferece cerca de cinco dias de florada para o observador e é preciso atenção redobrada para apreciar os brancos, que florescem por apenas dois dias.
 
 
Na UniRV as espécies foram plantadas em 1989, pelo engenheiro florestal e docente da Instituição, Antônio Graciano Ribeiro (Tonhão); pelo Secretário da Agricultura de Rio Verde, engenheiro agrônomo, Avelar de Moraes Macedo; pelo técnico em agropecuária, Gerlos Mendonça de Moraes e pelo técnico responsável pelo viveiro, Milton Kanaschiro.
 
Conhecendo um pouco mais
 
Nativa do cerrado, a planta está presente em locais com temperaturas entre 18 °C e 26 °C e leva até 20 anos para desenvolver os troncos tortuosos com casca grossa. A altura pode variar entre 8 e 20 metros, e as copas coloridas duram uma semana, segundo a umidade do local.